Como dizia o poeta Manoel de Barros, o menino pegou o olhar do pássaro e a criança escutou a cor do passarinho. Quem dera, se por uma vez só, meus olhos voltassem à meninice. Esse era o desejo de Drummond, Quintana e Fernando Pessoa. Porém, sei que só no campo, os meus pés ficam descalços e a história das aves são mais importantes que as contrariedades da modernidade.
quarta-feira, 7 de dezembro de 2016
O meu olhar no campo
Como dizia o poeta Manoel de Barros, o menino pegou o olhar do pássaro e a criança escutou a cor do passarinho. Quem dera, se por uma vez só, meus olhos voltassem à meninice. Esse era o desejo de Drummond, Quintana e Fernando Pessoa. Porém, sei que só no campo, os meus pés ficam descalços e a história das aves são mais importantes que as contrariedades da modernidade.
Assinar:
Postagens (Atom)
Leia mais
-
Toronto, CA Vô, seu sorriso brilha na minha memória como a aurora do lugar que te disse que eu viria. Sei que os ultimos dias for...
-
Da dor sai poesia. Da vida, palavras nítidas no embaraço que se finda. Da alegria há sempre uma escrita. Da saudade, eu enc...
-
Palavras que vão embora. É o cérebro colecionando memórias.