sábado, 28 de março de 2015

As minhas duas raízes



Essa é a visão da torre digital fotografada sob a torre de TV. Por curiosidade, a torre digital foi o último projeto de Oscar Niemeyer antes de morrer. Localizada em Sobradinho, no Distrito federal, é admirada por muitos turistas que ousam subir na torre de TV para olhar essa belezinha de longe. 


A cidade de Goiás é encantadora. Rodeada por lares tradicionais, museus, vendas de artesanato em cada esquina e ruas de pedra, a cidadezinha também carrega uma história grandiosa. Essa fotografia foi tirada dentro do palácio Conde dos arcos, um museu no qual foi a casa dos governantes quando Goiás era a capital do estado de mesmo nome. 


Brasília é a cidade mais nova do Brasil e a única cidade projetada no país. Lembra da histórinha do Juscelino Kubitschek nos livros de história? é um lugar mestiço da cultura nordestina, entre outras. Tanto que os souvenirs são do Brasil inteiro, porque em cada esquina de Brasília há pessoas de todo o canto do país.


Goiás não fica de fora nos souvenirs. Essa lojinha na foto fica em uma das casas, que servem para moradia e vendas de produtos artesanais, no centro da cidade. São vendidos todo tipo de artesanato local e o preço médio destes pratos acima é R$24.


Na foto, o parque da cidade, um lugar onde os brasilienses tiram o dia para caminhar, pedalar ou  curtir uma água de coco nos quiosques . Os pais também aproveitam para levar as crianças no parque Ana Lídia, enquanto os adolescentes preferem o Nicolândia. E acredite, esse parque fez parte de toda a minha infância. Acima, no primeiro plano, há o lago  cheio de patos no qual as crianças ficam doidinhas jogando pipoca para eles. O tio da pipoca é que se dá bem. Essa pista com laterais em vermelho e branco é a área do Kart, durante a manhã é a vez das crianças apostarem corrida e à noite os adultos entram em cena. E por fim, a roda gigante fica no Nicolândia e serve para muitos jovens apaixonados estilo "Diário de uma paixão".


Uma das coisas excepcionais dessa cidade é parar o carro em qualquer esquina e andar. As subidas pelos paralelepidos é por vezes exaustivas, mas vale à pena quando nos deparamos com mais um canto cheio de histórias e arte. Para quem gosta de literatura, tem o museu da Cora Coralina. 


É verdade que Brasília possui uma arquitetura impressionante, na fotografia há a Catedral, o museu nacional Honestino Guimarães e a biblioteca nacional, que fica no centro da esplanada dos Ministérios. Esses monumentos formam o complexo cultural da República João Herculino. 


Goiás também arrasa na arquitetura e vai ao contrário do estilo moderno de Brasília. Goiás velho tem uma arquitetura Barroco-colonial, as construções são pertencentes ao século XVIII e a cidade  é declarada um patrimônio mundial.

quinta-feira, 26 de março de 2015

Agora eu sou gente grande


  O que fazer quando os tão sonhados dezoito/1.8/dezoitão chega à tona? Assim tão rápido, que não deu tempo nem de fazer um cafézinho. Eu já vinha preparando a lista da maior idade há muito tempo, quando eu ainda era mini dos cabelos sarará e de quatro olhos, o meu desejo era não usar mais aqueles óculos. Não porque o meu apelido era patinho feio (valeu, Hans Christian!) Mas é porque nas aulas de natação eu tinha que tira-los, e por isso eu sempre batia a testa na parede da piscina. Cresci, e com 18 anos, não uso mais óculos. Mas tenho que enfiar o dedo no meu olho para pôr uma tal de lente. Bom, pelo menos realizei o meu primeiro desejo. Mais ou menos. O segundo desejo era tirar carteira, embora eu tenha tido algumas experiências sem sucesso quando meu pai resolveu me ensinar à andar de moto. Detalhe: eu tinha 7 anos, e foi em uma daquelas motos pequerruchas para fazer trilha. Eu com certeza não sei o nome, pergunto pra ele depois. Outro detalhe: ele me ensinou onde acelerava, mas não me ensinou o freio. Pensei: estamos no século XX, algum engenheiro inventou um freio automático. Pois acelerei e acelerei na varanda lá de casa, e não é que consegui enfiar a moto no tanque de lavar roupa? A mãe ficou uma fera. Mas sobrevivi para contar essa história.
  Por esse ocorrido básico, meu pai não deixou eu tirar carteira de moto nunca na minha vida, eu achei foi bom. A boa noticia é que tirei habilitação para veículos, e também aprendi o freio de uma moto. De longe. Mas não vá achando que tenho uma relação amigável com o carro, esses dias fui sair da garagem e bati o carro em uma árvore. Eu e ele somos colegas, não sou tão barbeira assim, mas é que a árvore estava no lugar errado. Detalhe: antes de bater na árvore, "encostei" no murinho ao lado. O carro só amassou porque a qualidade é ruim. Eu não sou uma motorista excelente, mas realizei meu segundo desejo. Né não? O meu terceiro desejo era ser médica. Em meus sonhos, estava alegrando as pessoas e cuidando de muita gente.
  Creio que se eu tivesse exercido a profissão, talvez esqueceria o meu querido Mc lanche feliz dentro de alguém enquanto realizava uma cirurgia. A verdade é que eu descobri o que eu sempre quis ser. A única coisa que eu gostava em um hospital, era gente. A relação entre gente, a história contada por muita gente. A alegria, a tristeza. O caminho de uma longa vida que cada um percorreu. Eu queria mesmo, era contar histórias para as pessoas ali, e depois escrever a história de cada um ali. Fiz jornalismo, e agora posso comer meu mc lanche em frente aos livros e bloquinhos em paz. Conclusão: Amadurecemos. Crescemos. Choramos. Sorrimos. E mesmo que o destino tenha percorrido por outros caminhos, o que nos interessa é que estamos felizes aqui. Da minha lista que surge agora aos 18 anos, sei que posso realizar. Mas vai ser do jeito que vou ser quando eu tiver 30 anos, e se não for, tento de novo. Porque enquanto há vida, há esperança. Como diz o queridinho Machado De Assis, somos uma coleção de estórias e se definir é se limitar.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Épocas, eras e novelas


Sentada em uma cadeira pública ao lado de uma senhora que estava com o olhar atento ao seu galaxy, ela veio me pedir ajuda. Eu só queria entender porque ela não parava de piscar o olho, e logo ela me questionou onde que apertava para o teclado ficar maior.
Minha filha, essas letrinhas são miudinhas demais.
Eu concordo, mas poxa, nem eu sabia onde apertava. Esses moços de olhinhos puxados deveriam pensar mais na sociedade idosa, mas não só neles, eu também estava custando a digitar por essa minha miopia recheada de cinco graus. Quebrei a cabeça. Até que na minha desistência, virei o celular para devolver à senhora, quando de repente o teclado fica grande. Ela achou aquilo mágico.
Na verdade, era só a rotação da tela. Como não pensei nisso antes? A senhorinha ficou emocionada ao poder enxergar as letras sem esforço, e disparou-me a contar que o seu netinho de 6 anos sabe mexer nessas tecnologias como um adulto. Se para mim, há alguns dias maior de idade, já perco de 0 à 1 por uma placa de ferro chamada Iphone. Imagina para eles. Eu achei uma graça aquela senhora já ter o tal do zap zap.
Eu tentei ensinar a minha avó à mexer em computador, mas ela sempre esquecia de um dia pro outro. E mesmo que lembrasse, ela deixava de lado e corria para as toalhas bordadas cautelosamente ao som da novela das 8. È engraçado o quanto ficamos enraizados em nossas épocas, mas é fato que a desconstrução se torna cada dia mais presente.
Minha vó que faz bordados e cruzadinha, já comprou um mini notebook. Talvez por ser menor, aparente ser mais mamão com açúcar. A gente aprende nos livros de biologia sobre a evolução, mas a evolução está constante no presente. A mente já está programada à acompanhar tal excesso de informações, talvez por isso, os publicitários e designers produzem aplicativos voltados não para os mais velhos, mas cada vez mais, para os mais novos.
Quem é do século pássado, que se vire. Mas o bom é que a nossa essência está sempre à evoluir. Ser humano é um ser curioso. Mas se o lance for chato, podemos criar a nossa máquina do tempo. Minha vó já deixou de lado o netbook. E viva o jogo da cobrinha, de um nokia aí.

quarta-feira, 18 de março de 2015

A resenha sobre fazer resenha



Resenha é uma palavra que serve para contar histórinha, ou fazer festinha.Vou focar na primeira opção, é que eu nunca havia pensado mais sistematicamente sobre fazer uma resenha. Não é contar um resumo? só que não... Graças à uma prova acadêmica de ontem, consegui fazer a melhor resenha da minha vida, e apenas respondendo à algumas perguntas que a professora colocou no inicio da prova. Não vai achando que foi uma colher de açucar, foi um sustinho básico ao que eu pensava sobre fazer boas resenhas. Esse post vai servir para você: Blogueiro ou estudante, e mais ainda, ao curioso.

De inicio, a pergunta é: Qual a origem do Texto e Quem é o autor.
Não vai pensando que é apenas ler e contar sobre o que entendeu. Não quero dar uma de professora chata da matilda, mas além disso, temos que saber mais sobre quem escreveu o texto, e como foi o processo disso. Como não é só dizer que a Hazel se apaixona pelo August, mas também relatar que o João verde viajou para a Holanda e de lá, descreveu a linda cena laranja do piquenique Holandês (A culpa é das estrelas).

Qual é a importância do autor ao assunto abordado?
Essa pergunta parece ser complicadinha, mas nem é. No caso da minha prova, o assunto do livro era a comunicação. O autor era um sociólogo italiano que lecionava jornalismo. Isso eu tive que ir atrás, mas pense em como a sua resenha será mais rica com informações que além de ser adicionais, essas tais se conectam.

Sobre o que é o texto? Qual a intenção do autor ao escrevê-lo?
Agora você pode desabafar na caneta. Porém, além de relatar o assunto, é bom que diga as pretensões do autor ao produzir o texto. Não é dizer o porquê daquela virgula e nem o motivo de ser impresso as  200 páginas, mas poxa, só diz porque o autor escreveu esse texto bonitinho pra você ler. Obs: não precisa ir lá perguntar pra ele. Se tiver jeito, que maravilha! mas pode usar o google também. Eu usei.

Qual o ponto de vista do autor sobre o tema? 
Eu sei que já deve estar cansado de falar do autor, mas calma que vai chegar na sua parte de escrever. Quando demonstramos o ponto de vista do escritor, fica claro que além de termos lido, pôde-se compreender e refletir o texto.

Como o texto é organizado e estruturado?
Além de contar a histórinha, é bom que diga as etapas desta. Isso deixa a sua resenha mais clara e objetiva, dando ênfase à um texto mais conciso.

Chegou o tão esperado momento de criticar

O texto é consistente e coerente ou há contradições? 

O texto é bem escrito? 

O ponto de vista do autor é adequado?

Os argumentos são bem sustentados? 

A quem pode servir o trabalho? 

O trabalho é persuasivo? Convence o leitor?

Lembrando que a ordem não deve ser exclusivamente essa, a sua resenha deve ser escrita com a sua personalidade, mas com esse questionário irá te ajudar à organizar uma resenha bacana e completa. Esse roteiro foi elaborado por Buxton, da universidade de Concórdia no Canadá; e alterado pela professora de teorias da comunicação, Rafiza Varão, da UCB. E agora, estou repostando aqui no Blog. Espero que ajude muitos calouros e curiosos. 

domingo, 15 de março de 2015

uma pequena liberdade de expressão

Um turbilhão de pensamentos rodeiam um dispositivo tão recente para se fazer revolução. As redes sociais capturam mais de milhões de pessoas em prol de alguma coisa, os pescadores do passado iriam gostar. Mas o que me intriga é que o parecer passou à importar mais do que a causa. Deixe eu explicar melhor.

Hoje, deslizando o mouse sobre a minha conta em uma rede social qualquer de um cara bilionário que comprou o whats app mas perdeu o snapchat, vi uma série de informações sobre um mesmo assunto. Algo que se tornou famoso nos dias recentes, fazer manifestação. Vi pessoas tirando selfies com os policiais, vi pessoas agredindo os policiais (e vice-versa).

Vi pessoas com a blusa do país, vi pessoas tentando arranjar formas de combinar o verde e amarelo para depois postar um look do dia. Vi pessoas sorrindo ao lado do congresso, vi pessoas gritando e sacudindo os seus cartazes ali perto. Quanta coisa eu vi sentada em uma cadeira, mas não quero falar sobre a vida globalizada e sedentária que as redes sociais me trouxe. Esse paradoxo me intriga. E é mais difícil entender tal fato do que decifrar aquelas equações gigantescas do ensino médio, ainda mais para uma jornalista fugitiva da matemática.

Eu perdi a pauta. Já não sei mais responder as perguntas irritantes do lead, para explicar a causa disso. Para prever o futuro disso. Alguns apoiam a volta do pior período do país. Pode ser só um mito. Quando a gente recebe uma mensagem assim que  está escrito para repassar, pode esperar que é mais um querendo fama na rede social verdinha do celular. Alguns só escreveram um cartaz de uma frase bacana, para ser marcado online.

Como outros, queriam mesmo mudar o destino de um pais tão manchado de corrupção. Mas enquanto houver falta de informação, não vai ter solução. Enquanto ainda existir gente gritando por aí um canto de beija-flor, no mês de fevereiro, celebrando o camarote que veio do dinheiro arrancado de um povo que está sofrendo. Para só depois, em março, gritar por uma causa que nem está entendendo, e defender mais ainda os anos 60 e os seus seguidos terríveis vinte anos. Ai! Deve cansar. Porque todo esse fôlego é em vão.

A escolha


De todos os meus defeitos,
de todos os meus erros
Você me escolheu.
Em cada gota de água que cai do céu,
em cada folha nas árvores
que enfeitam os montes bem maiores do que eu,
Você me escolheu.
E desde esse dia, quanto eu vacilei.
Para um ser humano como eu,
paciência mais não tinha.
Mas você me escolheu.
No meu mundo cor-de-rosa
que ninguém compreendia
você o coloriu
das cores que eu não via,
Você me escolheu.
Na tristeza do dia-a-dia,
em noites de alma aflita
De manhã, você me escolheu.
Eu escolho, todos os dias
escolher quem me escolheu
O verdadeiro amor vem de Deus.

sábado, 14 de março de 2015

A poesia da sua vida


Eu lembro do seu óculos fundo de garrafa dos anos 90 
e daquela sua barba de papai noel em pleno fevereiro.

Lembro da sua risada quando tudo ia mal
e dos dias em que o mundo desabava
e você continuava a não chorar com nada.

E hoje, quando o vi pela primeira vez,
com seus seus olhos cheio d'água
recordei de tudo o que me cercava
sobre você.

Com você, eu aprendi a ser feliz sem me preocupar,
Você dizia isso antes mesmo do Bob Marley.

Você me ensinou a comer pão de queijo quente,
dando uns murros nele pra esfriar.

Era mais que um jeito mineiro, era você.

Eu nunca havia visto você doente,
como dizia, homem não chora.
Nem põe casaco no frio.
Nem passava perigo.

Era mais que um jeitinho brasileiro, era você.

Você não tinha ouro, nem andava de colar.
Era a mesma blusa o ano inteiro,
mas tinha tanta vaca leiteira. 
Mas não estava nem aí para dinheiro,
a felicidade acrescentava mais.

Sua risada é inesquecível,
mesmo que a dentadura tenha caído.
Mas você não estava nem aí pra isso,
ficava feliz em fazer o outro rir ainda mais.

Mesmo na luta, você ri.
Mesmo no choro, você sorri.

E na saudade, você não deixa de estar aqui.
Pois quando voltar, sei que trará de volta
todas essas lembranças que significam
você.

quarta-feira, 11 de março de 2015

A turma da Mônica chega aos Smartphones

We heart it
Para quem é fã dos gibis da turma da menina dentuça, adorou a novidade do Mauricio de Sousa. O legal é que são mais de 500 tirinhas desde aquelas publicadas nos anos 80. Porém, o acesso à todas as tirinhas é pago (mensalmente é US$ 5 no iOS e R$ 13,07 no Android), mas quem desejar o zero oitocentos, ainda terá acesso à algumas tirinhas. O nome do aplicativo é caixa de Quadrinhos.

Outra novidade é que o parque da Mônica em São Paulo vai ser reaberto em junho deste ano, lembro de quando fui pela primeira vez na infância e é realmente uma aventura para dentro dos gibis. Além da diversão, havia umas instalações parecidas com exposições culturais. Havia uma de aterrorizar! a famosa tumba do penadinho. O parque fechou em 2010, na época o Maurício de Sousa havia dito que não era fim, apenas voltaria com mais modernidade. Após 5 anos, o parque irá reabrir e já estou curiosa. Embora eu não possa mais brincar nos escorregadores, só gostaria de ver a modernidade ao lado dos meus gibis digitais. Valeu Maurício!

Se mobilize

  Ultimamente tenho ouvido sobre a proposta de um impeachment daqui há 4 dias. Não é a primeira vez neste ano em que as pessoas discutem sobre o futuro acontecimento, e em cada esquina, há um contestador. E eu concordo. Cidadão tem que expor os seus direitos. Mas poucos pensam no que vem depois. 

Os manifestantes, principalmente aqueles que postaram cartazes no facebook do protesto de 2013, defendem tanto um impeachment como se fosse a solução de todos os problemas na sociedade, ou apenas ali no congresso. Mas eu espero que ao menos, digam quem irá governará o país quando a Dilma sair. (Não. Eu não votei nela, aos curiosos) Provavelmente o seu vice, do mesmo partido de Renan Calheiros e Eduardo Cunha - nomes tão famosos na operação lava jato. 

O pior ainda é que quem intervém com a proposta do grande evento de 15 de março, mal sabe que por trás há uma grande quantia de pessoas que apoiam uma intervenção militar. Para os manifestantes das redes sociais que ainda não entenderam, sinto muito, mas a sua critica que teve centenas de curtidas, provavelmente será censurada. Sobre o terceiro verso deste texto, eu concordo com a democracia. 

Eu sou uma cidadã insatisfeita com as decisões políticas como tantos outros, mas foi a maioria quem decidiu ser assim. Mesmo assim, eu não deixo de ser uma iluminista nata. Mas como não vivemos nas obras de Dalí, o que nos convém é lidar com a realidade, bem acima de tais caprichos. Como não é diferente para Newton: em toda ação há uma reação. 

Olha, não adianta reclamar sobre a corrupção e ainda, continuar pagando a monografia e furando a fila. Meu caro, não é besteira. Vou jogar uma frase bem clichê: se o próprio ser humano mudasse antes de julgar o outro, o mundo seria outro. E ainda nos ideais platônicos, eu só espero que antes de se pensar em sair às ruas, a ação esteja ali nas urnas.

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