As fotografias registram memórias desde que me entendo por neta do Mário. Foi nessa roça que cresci ouvindo as histórias do vovô.
Vivíamos aventuras na casa da árvore que ele construiu e pregávamos algumas peças. Me lembro de quando eu e meus primos jogamos todo o milho para as galinhas - elas fizeram a festa, mas o vovô ficou meio bravo porque acabamos com o pacote e as deixamos obesas.
Palhaço e alegre... Dizemos "oi vô?" e ele sempre responde: "você vai aonde?".